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09/09/2012

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Vacinas… momento certo para vacinar seu bebê

Oi meninas hoje resolvi escrever sobre vacinação, mamães de primeira viagem iguais a mim ficam apavoradas rsrsrs amigas calma que tudo tem solução… então vou tentar ajudar vocês postando um Calendário de Vacinação Infantil e escrevendo as vacinas que minha bebê tomou e ainda vai tomar.
São estas vacinas recomendadas no Brasil, listadas de acordo com a ordem cronológica de administração. Usaram-se como fontes a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).
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Todo mundo sabe que as vacinas protegem contra várias doenças graves e epidêmicas, como a varíola, tétano, difteria, tuberculose e paralisia infantil. A imunização contra esses e outros males começa logo após o nascimento da criança. Algumas vacinas têm dose única, enquanto outras são aplicadas ao longo dos primeiros meses. Em alguns casos, além da dolorosa picada, essa proteção causa febre, inchaço e vermelhidão.

Cronograma de vacinação recomendado para minha bebê:

novembro/2011 - Ao nascer
Públicas: BCG / Hepatite B
  • BCG: Dose única, contra as formas mais graves de tuberculose. Dada gratuitamente em postos de saúde e maternidades públicas. Recomenda-se que seja aplicada no primeiro mês de vida.
    Modo de aplicação: Picada no braço direito (aplicação intradérmica). A ferida que se forma é normal e esperada. Vai formar uma cicatriz.
    Qualquer lesão mais significativa deve ser avaliada pelo pediatra.
  • Hepatite B: Primeira dose do total de três. Dada de preferência nas primeiras 12 horas de vida, na maternidade, ou então logo depois da alta. É gratuita em maternidades públicas e postos de saúde. Quando a mãe é portadora do vírus da hepatite B, a vacina é dada logo depois do nascimento.
    Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa (intramuscular).
    janeiro/2012 - 2 meses
    Públicas: Pentavalente (DTP + Hib + Hepatite B) / Pólio inativada / Rotavírus oral / Pneumocócica conjugada 10-valente
    Opção particular: DPaT + Hib + Pólio inativada ou / DPaT + Hib + Pólio inativada + Hepatite B / Rotavírus pentavalente / Pneumocócica conjugada 13-valente

  • DTP + Hib + Hepatite B: Primeira dose. Contra difteria, tétano, coqueluche e infecções provocadas pela bactéria Haemophilus influenzae tipo b, além de hepatite B. É gratuita em postos de saúde.
    Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa (intramuscular).
  • Pólio inativada (Salk ou VIP): Primeira dose. Previne a poliomielite, ou paralisia infantil. Na rede pública, é aplicada em vacina separada. Na particular, pode ser dada na mesma agulhada que a DPaT + Hib + Hepatite B, reduzindo uma picada.
    Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa.
  • Rotavírus: Primeira dose. Evita infecções pelo rotavírus, que causa vômito e diarreia. A vacina monovalente é dada de graça nos postos de saúde. Na rede particular, também existe uma versão que protege contra mais tipos de vírus, mas o esquema completo será de três doses, em vez de duas.
    Modo de aplicação: gotinhas.
  • Pneumocócica conjugada: Primeira dose. Evita alguns tipos de pneumonia e outras doenças causadas pela bactéria pneumococo. Passou a fazer parte do Programa Nacional de Imunizações em 2010, portanto é gratuita. A da rede pública é contra 10 tipos da bactéria. Na rede particular existe uma versão que evita 13 tipos de bactéria (13-valente). O pediatra pode preferir dar esta vacina aos 3, 5 e 7 meses.
    Modo de aplicação: picada no músculo lateral da coxa (intramuscular).
    fevereiro/2012 - 3 meses
  • Pública ou particular: Meningococo C conjugada
  • Meningococo C conjugada: Primeira dose. Protege contra a meningite e outras doenças disseminadas pela bactéria chamada meningococo C. Recomendada pela Sociedade Brasileira de Pediatria. Desde 2010 é aplicada gratuitamente nos postos de saúde dentro do Programa Nacional de Imunizações. Também disponível na rede particular.
    Modo de aplicação: Picada no músculo da lateral da coxa (intramuscular).
    março/2012 - 4 meses
    Públicas: DTP + Hib + Hepatite B / Pólio inativada / Rotavírus oral / Pneumocócica conjugada 10-valente
    Opção particular: DPaT + Hib + Pólio inativada / Rotavírus pentavalente / Pneumocócica conjugada 13-valente
    Segunda dose das vacinas aplicadas aos 2 meses. Se o bebê teve reação ou ficou incomodado com a primeira dose, não necessariamente o problema se repetirá, mas é possível que aconteça. Siga as orientações do pediatra.
  • DTP + Hib + Hepatite B: Segunda dose. Contra difteria, tétano, coqueluche e infecções provocadas pela bactéria Haemophilus influenzae tipo b, além de hepatite B. É gratuita em postos de saúde.
    Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa (intramuscular).
  • Pólio inativada: Segunda dose. Previne a poliomielite (paralisia infantil). A exceção é para crianças que tomaram a primeira dose na forma oral (VOP, ou Sabin). Nesse caso, esta segunda dose será oral. Se a primeira dose foi a injetável, a segunda também será. Nos postos de saúde, é uma vacina isolada, injetável. Na rede pública, pode ser encontrada em conjunto com a DPat+Hib (pentavalente).
    Modo de aplicação: Picada no músculo da lateral da coxa (intramuscular).
  • Rotavírus oral: Segunda dose. Evita infecções pelo rotavírus, que causa vômito e diarreia. É dada de graça nos postos de saúde (esquema total de duas doses, aos 2 e 4 meses). Na rede particular, existe uma versão que protege contra mais tipos de vírus, mas o esquema completo será de três doses (aos 2, 4 e 6 meses). É preciso repetir a mesma versão de vacina entre a primeira e a segunda dose.
    Modo de aplicação: gotinha.
  • Pneumocócica: Segunda dose. Previne alguns tipos de pneumonia e infecções causadas pela bactéria pneumococo. Como existe mais de um tipo, é preciso dar o mesmo tipo da primeira dose (atenção se tiver dado a primeira dose na rede privada e quiser passar para a particular, ou vice-versa). Na rede pública, a oferecida é a 10-valente. Na rede particular há algumas versões mais completas.
    Modo de aplicação: picada no músculo lateral da coxa (intramuscular).
    abril/2012 - 5 meses
    Pública e particular: Meningococo C conjugada
  • Meningococo C conjugada: Segunda dose. Protege contra a meningite e outras doenças. Aplicada gratuitamente nos postos de saúde dentro do Programa Nacional de Imunizações. Também disponível na rede particular.
    Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa.
    maio/2012 - 6 meses
    Públicas: DTP + Hib + Hepatite B/ Pólio oral / Pneumocócica conjugada 10-valente/ Gripe
    Opção particular: DPaT + Hib + Pólio + Hepatite B / Rotavírus pentavalente oral / Pneumocócica conjugada 13-valente / Gripe
    Terceira dose das vacinas aplicadas aos 2 e 4 meses. Se, com alguma dose anterior, o bebê teve reação ou ficou incomodado, não necessariamente isso acontecerá de novo, mas pode ocorrer. Siga as orientações do pediatra.
  • DTP + Hib + Hepatite B: Terceira dose. Contra difteria, tétano, coqueluche e infecções provocadas pela bactéria Haemophilus influenzae tipo b, além de hepatite B. É gratuita em postos de saúde. Não é obrigatório usar o mesmo tipo de formulação das doses anteriores.
    Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa (intramuscular).
  • Pólio: Terceira dose. Previne a poliomielite (paralisia infantil). A vacina dada gratuitamente nos postos de saúde a partir desta terceira dose é a oral (VOP, ou Sabin), a da gotinha. Na rede particular, a versão da pólio inativada (VIP ou IPV, conhecida como Salk) está disponível em combinação com a DPaT com Hib (pentavalente) ou DPaT com Hib e hepatite B (hexavalente), todas na mesma agulhada. O recomendável é tomar do mesmo tipo da primeira dose, mas não há problema se for do outro tipo.
    Modo de aplicação: A Sabin é em forma de gotinhas. Já a Salk é aplicada junto com a pentavalente ou hexavalente, no músculo da lateral da coxa (intramuscular).
  • Rotavírus: Terceira dose, prevista apenas no esquema de vacinação da rede particular (pentavalente, com esquema completo de três doses, aos 2, 4 e 6 meses). É obrigatória se criança tomou as duas primeiras doses da pentavalente.
    Modo de aplicação: gotinhas.
  • Pneumocócica: Terceira dose. Previne alguns tipos de pneumonia e outras infecções causadas pela bactéria pneumococo. Como existe mais de um tipo, é preciso dar o mesmo tipo da primeira e da segunda doses (atenção se tiver dado as doses anteriores na rede privada e quiser passar para a particular, ou vice-versa).
    Modo de aplicação: picada no músculo lateral da coxa (intramuscular).
  • Gripe: A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda a aplicação da vacina contra a gripe (influenza) todos os anos para crianças de 6 meses a 5 anos. A cada ano o Ministério da Saúde oferece a vacina gratuitamente para determinada faixa etária (atualmente de 6 meses a 2 anos).
    A vacina da gripe deve ser aplicada de preferência durante o outono. Na primeira vez que a criança toma a vacina da gripe, são necessárias duas doses, com intervalo de um mês. Nas vezes seguintes, uma dose só. É preciso reaplicar a vacina todo ano, porque todo ano o vírus muda.
    agosto/2012 - 9 meses
    Pública: Febre amarela
  • Febre amarela: Dose única da vacina contra o vírus da febre amarela para crianças residentes em áreas consideradas de risco, ou que se dirijam a elas. Estados em que se recomenda a vacinação: Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, Distrito Federal, Goiás, Tocantins, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Maranhão, partes dos Estados de São Paulo, Bahia, Paraná, Piauí, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Informe-se com o pediatra ou na unidade básica de saúde. Dada gratuitamente nos postos de saúde. Também disponível na rede particular.
    Modo de aplicação: Picada subcutânea (com agulha curtinha) normalmente no braço, mas pode ser no bumbum ou na lateral da coxa.
    novembro/2012 - 1 ano
    Públicas: Pneumocócica / Tríplice viral
    Opção/complemento particular: Hepatite A / Catapora ou Tetra viral (rubéola + sarampo + caxumba + catapora) / Meningocócica C
  • Pneumocócica conjugada: Dose de reforço. Passou a fazer parte do Programa Nacional de Imunizações em 2010. Pode ser aplicada a qualquer momento entre 1 ano e 1 ano e 11 meses, mas pelo calendário do governo é dada com 1 ano. Não há problema se houver diferença entre o tipo de vacina das primeiras doses e do reforço (10-valente ou 13-valente).
    Modo de aplicação: picada no músculo lateral da perna, ou às vezes no bumbum.
  • Tríplice viral (SRC, ou MMR): Primeira dose. Protege contra rubéola, sarampo e caxumba. Faz parte do calendário do Ministério da Saúde, portanto é aplicada gratuitamente nas unidades básicas de saúde. Também disponível na rede particular. A partir de agosto de 2013 essa formulação incluirá também na rede pública a vacina contra catapora.
    Modo de aplicação: Picada subcutânea (agulha curtinha) preferencialmente no braço.
  • Meningococo C conjugada: Dose de reforço. Protege contra a meningite e outras doenças disseminadas pela bactéria meningococo C. Recomendada pela Sociedade Brasileira de Pediatria para reforço com 1 ano, desde 2010 é aplicada gratuitamente nos postos de saúde dentro do Programa Nacional de Imunizações, mas pelo calendário do governo é aplicada com 1 ano e 3 meses.
    Modo de aplicação: Picada no músculo da lateral da coxa (intramuscular).
  • Hepatite A: Primeira dose de duas. Não faz parte do calendário do governo, portanto está disponível apenas em clínicas particulares. É recomendada pela Sociedade Brasileira de Pediatria. O esquema sugerido é com 1 ano, mas o início pode ser adiado por alguns meses para dividir o número de aplicações. A segunda dose é dada seis meses depois da primeira.
    Modo de aplicação: Picada no músculo da lateral da coxa (intramuscular).
  • Catapora (Varicela): Pode ser dada só nesta dose ou com um reforço, em caso de contato com a doença ou então entre os 4 e 6 anos. Vai entrar no Programa Nacional de Imunizações em agosto de 2013, e aí será fornecida gratuitamente pelo SUS, na mesma picada da tríplice viral. É recomendada pela Sociedade Brasileira de Pediatria. Uma observação: deve ser dada no mesmo dia que a tríplice viral, ou então com 28 dias de intervalo, porque uma pode interferir na resposta da outra. A opção que combina a tríplice viral e a vacina contra varicela na mesma picada (tetra viral) está disponível na rede particular.
    Modo de aplicação: Picada subcutânea (com agulha curtinha) normalmente no braço.
    Obs: Como são várias imunizações com 1 ano, o pediatra pode preferir fazer duas das vacinas com 1 ano e duas um mês depois, quando a criança tem 13 meses (1 ano e 1 mês).
    fevereiro/2013 - 1 ano e 3 meses
    Públicas: DTP / Pólio (gotinha) / Meningocócica C conjugada
    Opção particular: DPaT + Hib + Pólio
  • DTP (tríplice bacteriana): Dose de reforço. Contra difteria, tétano, coqueluche. É gratuita em postos de saúde. Os especialistas recomendam a versão tríplice acelular (DPaT), por ter menos risco de efeitos colaterais. Não há obrigatoriedade de usar a mesma formulação das doses anteriores, elas são intercambiáveis.
    Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa (intramuscular).
  • Pólio: Dose de reforço. Previne a poliomielite (paralisia infantil). A vacina dada gratuitamente nos postos de saúde nesta dose é a oral (VOP, ou Sabin), a da gotinha. A versão da pólio inativada (VIP ou IPV, conhecida como Salk) é aplicada na rede particular em combinação combinação com a DPaT com Hib, todas na mesma agulhada.
    Modo de aplicação: A Sabin é oral, em forma de gotinhas. Já a Salk é dada junto com outras vacinas na formulação pentavalente, aplicada na parte lateral da coxa (intramuscular).
  • Hib: Dose de reforço contra infecções provocadas pela bactéria Haemophilus influenzae tipo b. A dose de reforço é recomendada pela Sociedade Brasileira de Pediatria no caso de aos 2, 4 e 6 meses a criança ter tomado a vacina combinada com a DPaT. Nesse caso o reforço vai dentro da vacina pentavalente (pólio inativada + DPaT + Hib + hepatite), aplicada normalmente em clínicas particulares. Esse reforço não faz parte do Programa Nacional de Imunizações.
    Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa ou do bumbum (intramuscular).
  • Meningococo C conjugada: Dose de reforço. Protege contra a meningite e outras doenças disseminadas pela bactéria meningococo C. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda o reforço com 1 ano, mas pelo calendário do governo ela é aplicada gratuitamente com 1 ano e 3 meses.
    Modo de aplicação: Picada no músculo da lateral da coxa (intramuscular).
    maio/2013 - 1 ano e 6 meses
    Particular: Hepatite A
  • Hepatite A: Segunda dose. Não faz parte do calendário do governo, portanto tem de ser dada em clínicas particulares. É recomendada pela Sociedade Brasileira de Pediatria. A segunda dose é aplicada seis meses depois da primeira, e alguns pediatras preferem fazer o esquema um pouco mais tarde.
    Modo de aplicação: picada no músculo da lateral da coxa (intramuscular).
    novembro/2015 - 4 a 6 anos
    Públicas: DTP / Pólio oral / Tríplice viral
    Opção particular: DPaT + Pólio inativada / Tetra viral (rubéola + sarampo + caxumba + varicela) ou Tríplice viral + Varicela
  • DTP (tríplice bacteriana): Segunda dose de reforço. Contra difteria, tétano, coqueluche. É gratuita em postos de saúde. Os especialistas da Sociedade Brasileira de Pediatria recomendam a versão da tríplice acelular (DPaT), por ter menos risco de efeitos colaterais. Não é obrigatório tomar o mesmo tipo das doses anteriores.
    Modo de aplicação: Picada intramuscular, que pode ser no braço, glúteo (bumbum) ou parte lateral da coxa.
  • Pólio: Dose de reforço. Previne a poliomielite (paralisia infantil). A vacina dada gratuitamente nos postos de saúde neste reforço é a oral (VOP, ou Sabin), a da gotinha. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda a versão da pólio inativada (VIP ou IPV, conhecida como Salk), que é aplicada na rede particular em combinação com a DPaT (tetravalente).
    Modo de aplicação: A vacina Sabin oral, em forma de gotinhas. Já a Salk precisa de picada no músculo da lateral da coxa, mas pode ser dada em conjunto com a tríplice bacteriana, na mesma picada.
  • Tríplice viral (SRC, ou MMR): Reforço. Protege contra rubéola, sarampo e caxumba. Faz parte do calendário do Ministério da Saúde, portanto é aplicada gratuitamente nas unidades básicas de saúde. Também disponível na rede particular, onde há uma versão combinando a vacina contra varicela (catapora) na mesma picada.A versão que combina a varicela passará a ser distribuída grátis nos postos de saúde a partir de agosto de 2013.
    Modo de aplicação: Picada subcutânea (agulha curtinha) preferencialmente no braço.
  • Catapora (Varicela): Dose de reforço. Esta dose é recomendada pela Sociedade Brasileira de Pediatria. O reforço pode ser dado também até cinco dias depois do contato com alguém doente de catapora, evitando a infecção. A versão em conjunto com a tríplice viral passará a ser fornecida gratuitamente pelo SUS a partir de agosto de 2013. Esta versão, chamada tetra viral, já está disponível na rede particular. Uma observação: a vacina só contra a varicela deve ser dada no mesmo dia que a tríplice viral, ou então com 28 dias de intervalo, porque uma pode interferir na resposta da outra. Modo de aplicação: Picada subcutânea (com agulha curtinha) preferencialmente no braço.
    novembro/2021 - 10 anos
    Febre amarela
  • Febre amarela: Dose de reforço da vacina contra o vírus da febre amarela para crianças residentes em áreas consideradas de risco (zonas rurais da região Norte, Centro-Oeste, Estado do Maranhão, partes de Piauí, Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul) ou de transição. Dada gratuitamente nos postos de saúde.
    Modo de aplicação: Picada subcutânea (com agulha curtinha) no braço, bumbum ou perna.
    Minha bebê tomou até a de 9 meses que é a FEBRE AMARELA ainda tem muitooo mais tadinha :| mais é para o bem dela, por hoje é isso xuxuzinha bjux no core de vcs!
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